quarta-feira, 7 de março de 2018

TRABALHOS DE DEPENDÊNCIA - 2018

** FALTAM TRABALHOS DE INGLÊS  E 1° ANO DE MATEMÁTICA QUE SERÃO ATUALIZADOS EM BREVE

PORTUGUÊS 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

INGLÊS 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

ARTE 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

ED.FÍSICA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

ESPANHOL 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

MATEMÁTICA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

QUÍMICA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

FÍSICA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

BIOLOGIA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

HISTÓRIA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

GEOGRAFIA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

FILOSOFIA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

SOCIOLOGIA 
1° ANO
2° ANO
3° ANO

terça-feira, 21 de agosto de 2012

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar". A versão digital desse tipo de comportamento é chamada de cyberbullying, quando as ameaças são propagadas pelo meio virtual.
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.
Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. Eles podem identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.
O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.
Cartilha sobre bullying será lançada nesta quarta-feira
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lança nesta quarta-feira uma cartilha para ajudar pais e educadores a prevenir o bullying nas suas comunidades e escolas. O material será apresentado no seminário do Projeto Justiça na Escola, que visa promover debates sobre problemas da infância e da adolescência, como o uso de drogas e a violência nas escolas.
A cartilha traz perguntas e respostas que ajudam pais, professores e alunos a identificar e tratar o o bullying. O material será distribuído nas redes de ensino público e particular, além de conselhos tutelares e varas da infância e juventude. A cartilha foi produzida pela psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do livro Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas.
Ao promover a cartilha e o debate entre estudiosos, magistrados especialistas, representantes do governo federal e da sociedade civil, além de conselheiros e membros do CNJ, o objetivo do Projeto Justiça na Escola é aproximar o Judiciário e as instituições de ensino do país no combate e na prevenção dos problemas que afetam crianças e adolescentes.
Clique no link abaixo para fazer download da cartilha
http://g1.globo.com/jornalhoje/download/0,,5952-1,00.pdf

Como realizar um Seminário

 COMO REALIZAR UM SEMINÁRIO?
Etapas do desenvolvimento do seminário.

Cabe ao grupo:
ü   escolher tema ou sub-tema;
ü  definir objetivos a serem alcançados;
ü   obter as informações através de leituras, pesquisas, experimentações, etc.;
ü   elaborar um texto básico e as questões para discussão;
ü   providenciar materiais e recursos de ensino necessários à realização do seminário e preparar-se para a apresentação e para o debate. Embora possa ser escolhido um relator e/ou coordenador para apresentar os resultados dos estudos, é fundamental que todos os membros do grupo sejam capazes de atuar como tal.

São atribuições do grupo:

ü   apresentação do trabalho por escrito (texto básico), com cópias para cada aluno da classe e entregue com antecedência de pelo menos uma semana,
ü   apresentação do tema com objetividade, utilizando-se de técnica expositiva e/ou trabalho em pequenos grupos (neste caso, cada aluno que preparou o seminário poderá participar das discussões de um desses grupos),
ü   formulação de questões críticas para a discussão após (ou durante) a apresentação;
ü  coordenação do debate e esclarecimento de dúvidas;
ü  registrar as principais conclusões do seminário.

BOM TRABALHO A TODOS.


Como realizar um bom trabalho


COMO REALIZAR UM TRABALHO?

Dicas importantes na hora de realizar um trabalho:
ü  Procure pesquisar em fontes (livros, apostilas, enciclopédias e sites) confiáveis ou com indicação do seu professor. Lembre-se que, principalmente na internet, existem informações corretas e incorretas.
ü  Não transforme seu trabalho em uma simples cópia de livros ou sites. Usando deste artifício, além de você não aprender nada, ainda corre o risco de tirar uma nota baixa.
ü  Leia o material pesquisado, faça um resumo destacando as principais informações levantadas e escreva um texto com suas próprias palavras.
ü  Um bom trabalho começa com uma boa capa. Coloque nela todas as informações necessárias, tais como: nome, número, série, nome do professor e da matéria, título do trabalho, data e outras informações solicitadas pelo professor. A estética ajuda muito e causa uma boa impressão, portanto, capriche na organização da capa.

REALIZAÇÃO DO TRABALHO:
É necessário seguir alguns passos importantes:
  1. Ler e anotar os dados encontrados;
  2. Selecionar e organizar o que foi coletado (registrar as fontes para saber de onde vieram as informações);
  3. Analisar o que foi coletado em relação ao tema principal (comparar o material encontrado e certificar-se da integridade das informações);
  4. Definir os itens que comporão a apresentação;
  5. Elaborar a apresentação do trabalho. (Não é copiar e colar, sem reflexão, sem comparação, sem análise)
  6. Redigir um texto, com divisões em capítulos e assuntos separados por capítulo;
  7. Montar o trabalho final, com índice, introdução (pequeno resumo do que vai ser estudado), desenvolvimento, (assuntos separados por capítulo), conclusão (sobre os assuntos estudados e não opinião pessoal sobre o prazer em realizar o trabalho) e bibliografia.
Como fazer uma bibliografia? A bibliografia consultada deverá constar no final do trabalho, por ordem alfabética de acordo com o sobrenome do autor.
Para citar livros:
NOME, Pré-nome. Nome do livro. Local da impressão. Nome da editora, ano da publicação, páginas pesquisadas no livro. Exemplo
VICENTINO, Cláudio. Viver a História: ensino fundamental. São Paulo: Scipione, 2002, pgs 2 a 10.
Para citar revistas:
SOBRENOME, Nome do autor. Título do artigo. Nome da Revista. Local da impressão, editora, volume, data, páginas.
Para citar sites:
Endereço eletrônico. (Como aparece na barra de endereços do navegador)

Apresentação gráfica dos trabalhos impressos.

ü  Papel A4 ( 210 X 297)
1.    Capa é obrigatória e identifica o trabalho. Deve conter as informações na seguinte ordem:
ü  Nome do colégio: localizado na margem superior, centralizado, letras maiúsculas, fonte 16 e em negrito;
ü  Nome do curso: logo abaixo do nome da Escola, em letras maiúsculas, centralizado, fonte 16, negrito.
ü  Nome(s) do (s) autor(es): em ordem alfabética, em letras maiúsculas, centralizado, ( considerando o alinhamento horizontal), fonte 14 e em negrito.
ü  Local e ano: nas duas últimas linhas da folha, em letras maiúsculas, centralizado, fonte 12 e em negrito.
ü  Tais elementos devem ser distribuídos de maneira eqüidistante na folha.

          2.  Corpo do texto:
ü  Margens superior e inferior: 2,5 cm; margem direita: 2 cm e margem esquerda: 3 cm;
ü  Caracteres (fontes): “Times New Roman” ou “Arial”,  tamanho 12.
ü  Títulos e subtítulos: no mesmo tamanho, em negrito e/ou sublinhado;
ü  Espaçamento: no texto: 1,5(um e meio); na bibliografia: simples.

E O QUE É UM RESUMO?

      Essa atividade consiste em sintetizar, concentrar ou limitar as idéias principais contidas num determinado texto. Pode ser feito reunindo-se os conceitos mais importantes num outro texto de menores proporções.
      O resumo é utilizado em algumas etapas de execução de outros tipos de atividade como a pesquisa, na resenha ou no seminário.
      O texto resumo deve ser feito em folha almaço, sulfite ou d fichário, conforme determinação do professor. Pode ser digitado ou manuscrito, com letra legível e à caneta.
      Também será analisada a clareza de idéias, além de ser fundamental o uso da ortografia correta.

Bom trabalho a todos!